domingo, 17 de março de 2013

Aves primitivas tinham dois pares de asas, dizem paleontólogos


            Concepção artística da ave _Sapeornis_, que tinha patas com penas
As primeiras aves do mundo tinham algo em comum com alguns dos mais antigos aviões: em vez de um único par de asas, elas tinham dois.

Essa é a hipótese defendida por paleontólogos para explicar um conjunto de belos e bizarros fósseis achados no nordeste da China. Eles representam espécies de aves primitivas cujas patas parecem ter sido cobertas por uma plataforma de penas compridas.

É verdade que algumas raças de galinhas e certas espécies selvagens de hoje (como aves de rapina) também possuem penas nas patas.

Mas nenhum penoso atual tem membros posteriores semelhantes aos dos fósseis chineses. Para a equipe liderada por Xing Xu, da Universidade Linyi, a explicação mais plausível é que elas tenham funcionado como uma espécie de "asa de trás".

É consenso entre os paleontólogos que as aves são um subgrupo dos dinossauros pequenos e comedores de carne, como o M. gui. O bicho tinha penas de formato assimétrico (responsáveis pela propulsão durante o voo) grudadas nas patas de trás, o que levou os chineses a propor que os primeiros passos evolutivos rumo à capacidade de voar entre as aves teriam começado com dinos "4x4".

A ideia é que os dois pares de asas teriam ajudado os bichos a planar quando saltavam de árvores. Com o refinamento da arte de bater as asas, o segundo par teria sido aposentado.


É esse cenário que as penas compridas e rígidas sugerem. Elas foram encontradas em ao menos cinco espécies de aves com 120 milhões de anos. Para Xu, as asas seriam estabilizadores de voo.

A pesquisa foi publicada na "Science". Entrevistado pela revista, o paleontólogo americano Kevin Padian, da Universidade da Califórnia, elogiou o estudo, mas disse que não há evidências da relação entre as penas das patas e o voo. Elas poderiam até atrapalhar o movimento nos ares, declarou Padian.



Publicado por: Fabricio



Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1246550-aves-primitivas-tinham-dois-pares-de-asas-dizem-paleontologos.shtml

sábado, 16 de março de 2013

Última tartaruga de espécie gigante(Pinta) morre em Galápagos




Sem ter tido crias e na falta de um outro indivíduo conhecido de sua subespécie, Lonesome George ficou conhecido como a criatura mais rara do mundo.

Ao longo de décadas, ambientalistas tentaram, sem sucesso, fazer com que a tartaruga de Galápagos se reproduzisse com fêmeas das ilhas.

Autoridades do Parque Nacional da Ilha Pinta disseram que Lonesome George foi encontrado morto em sua cerca por Fausto Llerena, o homem que cuidava dele havia 40 anos.

Símbolo de Galápagos


Lonesome George foi identificado na Ilha de Pinta pela primeira vez em 1972, por um cientista húngaro. Na época, acreditava-se que sua subespécie já havia sido extinta.

A tartaruga, então, tornou-se parte de um programa de procriação no Parque Nacional de Galápagos. Depois de 15 anos em que ele viveu ao lado de uma tartaruga fêmea vinda de um vulcão próximo, Lonesome George acasalou, mas os ovos não eram férteis.

Ele também compartilhou seu espaço com tartarugas fêmeas da Ilha de Espanhola, mas, novamente, foi incapaz de procriar.

Com a morte de Lonesome George, sua subespécie deve ficar extinta

Lonesome George se tornou um símbolo das Ilhas Galápagos, que atraem 180 mil visitantes por ano.

Extinção


Autoridades do parque de Galápagos afirmam que, com a morte de Lonesome George, a subespécie de tartarugas Pinta se torna extinta.

O corpo da tartaruga provavelmente será embalsamado, para ser lembrado por gerações futuras.

As tartarugas eram abundantes nas Ilhas Galápagos até o final do século 19, quando começaram a ser caçadas por pescadores e marinheiros, atraídos pela carne do animal. Aí começou seu processo de extinção.

As diferenças na aparência das tartarugas das diferentes ilhas de Galápagos foram um dos elementos usados por Charles Darwin para formular sua Teoria da Evolução.

Cerca de 20 mil tartarugas gigantes de outras subespécies ainda vivem nas ilhas.

"Publicado por: Paulo César

"Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/06/120625_tartaruga_lonesome_pai.shtml"

domingo, 10 de março de 2013

Animais vivos em embalagem plástica

Pequenas bolsas contêm oxigênio e líquido com nutrientes.



Animais em pequenas bolsas de plástico, contendo oxigênio e um líquido com nutrientes, são vendidos como amuletos da sorte na China, como mostram as imagens da Reuters feitas em Pequim. O ar e o alimento são suficientes para manter os pequenos peixes, tartarugas e salamandras vivos por dois meses, segundo vendedor ouvido pela agência de notícias. O preço é 10 iuan, o equivalente a R$ 3,16.

Animais vivos em embalagens de plástico (Foto: Reuters/Kim Kyung Hoon)

 (Foto: Reuters/Kim Kyung Hoon)

Mulher exibe pequenas tartarugas dentro de sacos plásticos, à venda em uma loja de Pequim, na China. Cada saco contém oxigênio e líquido nutritivo capaz de manter o animal vivo por dois meses. As peças servem de 'amuleto' e saem por cerca de R$ 3,20 cada. (Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters)



Nota: Com tantas coisas que conheço sobre a capacidade do ser humano, agora passo não a duvidar de mais nada. Pode até se tratar de algo cultural, entretanto não é justificável a falta de escrúpulos que é exercida não só com esses animais, mas com qualquer outro. Devemos nos conscientizar de que a Biosfera não é unicamente nossa, não temos o controle total; todavia uma instituição ambiental deveria tomar poder sobre isso e agir rapidamente para que não houvesse mais danos aos animais. 


Publicado por: Fabricio

Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/03/animal-vivo-em-embalagem-plastica-e-vendido-na-china.html

sábado, 9 de março de 2013

Prevenções de acidentes com animais peçonhentos


 Os acidentes por animais peçonhentos não constituem doença transmissível, porém têm sido abordados juntamente com as zoonoses, uma vez que se trata de agravo, a exemplo da raiva, onde ocorre a agressão por um animal e o quadro clínico é consequente à ação de toxinas inoculadas pelas picadas.


As serpentes, escorpiões e aranhas são os principais agentes causadores de envenenamentos. Mais recentemente, acidentes com lagartas do gênero Lonomia e envenenamentos causados por enxames de abelhas têm merecido atenção devido à gravidade e à alta letalidade.

A interferência humana sobre o meio ambiente está muito provavelmente implicada no incremento dos casos de escorpionismo, araneísmo (particularmente aranhas do gênero Loxosceles). Por outro lado, em que pese o processo crescente de urbanização, não se verifica diminuição dos acidentes ofídicos, sugerindo uma possível aproximação e adaptação das serpentes às periferias das cidades, onde as precárias condições de saneamento básico propiciam a proliferação de roedores, que servem de alimento para esses animais.

É muito importante lembrar de pequenas prevenções e medidas caso alguma pessoa seja picada por um desses animais.


Prevenções de acidentes:

a) O uso de botas de cano alto ou perneira de couro, botinas e sapatos evita cerca de 80% dos acidentes em locais de campos ou muito gramado.

b) cerca de 15% das picadas atinge mãos ou antebraços. Usar luvas de aparas de couro para manipular folhas secas, montes de lixo, lenha, palhas, etc. Não colocar as mãos em buracos.

c) Cobras,escorpiões e aranhas gostam de se abrigar em locais quentes, escuros e úmidos. Cuidado ao mexer em pilhas de lenha, palhadas de feijão, milho ou cana. Cuidado ao revirar cupinzeiros.
 
d) Evitar acúmulo de lixo ou entulho, de pedras, tijolos, telhas, madeiras, bem como mato alto ao redor das casas, que atraem e abrigam pequenos animais que servem de alimentos às serpentes.


 Em caso de picadas:
  
a) Não fazer torniquete ou garrote.

b) Não cortar o local da picada.

c) Não perfurar ao redor do local da picada.

d) Não colocar folhas, pó de café ou outros contaminantes.

e) Não oferecer bebidas alcoólicas, querosene ou outros tóxicos.

f) Hidratar a pessoa com líquido até a chegada do hospital.

g) Se possível capture o animal em um recipiente podendo ser vivo ou morto com muito cuidado, pode ser importante na identificação do animal.


Publicado por: Paulo César
Fonte

"http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=33249"

"http://www.cobrasbrasileiras.com.br/primeiros-socorros.html"

domingo, 3 de março de 2013

Como seriam os animais selvagens se comessem no Fast Food?


Rollin’ Safari é um curta produzido por estudantes do “Institute of Animation” que mostra um lado diferente dos animais selvagens. A brincadeira rendeu frutos na internet e foi indicada para o 2013 Stuttgart Festival of Animation Film. De uma olhada:




Publicado por: Fabricio

sábado, 2 de março de 2013

Nova espécie de abelha leva “bazinga” em seu nome científico, nome inspirado no seriado The Big Bang Theory

Na série "The Big Bang Theory", o personagem Sheldon usa a "palavra de efeito" Bazinga quando engana alguém.
Em homenagem ao personagem, o biólogo mineiro André Nemésio usou a mesma palavra para batizar a nova espécie de abelha, além do intuito de chamar a atenção de leigos.
"A Euglossa bazinga nos enganou por um bom tempo devido a sua similaridade com a E. ignita [outra espécie, porém do mesmo gênero], o que nos levou a usar ‘bazinga’”, escrevem os responsáveis pela descoberta. A abelha, encontrada no Mato Grosso, é uma espécie de “abelha-das-orquídeas”, que depende bastante desse tipo de flor para sobreviver – da mesma forma que a orquídea necessita da abelha como meio de reprodução.



Publicado por: Bruna Rojas

sábado, 5 de janeiro de 2013

Imagens: Adoção Entre Animais




Quando um animal é abandonado pela mãe, em período de amamentação, só pode sobreviver se for adotado por alguém. Normalmente, a adoção entre animais é comum dentre aqueles que são de mesma espécie.
Mas o que atrai muita atenção é quando um animal é adotado por outro, de espécie diferente. A única razão encontrada para o fenômeno é algum tipo de afinidade entre um animal e outro, que não tem medição de probabilidades. Mas que, quando dá certo, é um espetáculo.







Publicado por: Bruna Rojas