domingo, 31 de março de 2013

Aracnídeos de importância Médica no Brasil


Possuem quatro pares de patas inseridas no cefalotórax (prossoma), que é coberto por uma carapaça quitinosa, um par de apêndices modificado em quelícera que pode ser disposta de modo paraxial ou diaxial, um par de pedipalpos que variam em forma dependendo da ordem e com funções diferenciadas, sem antenas, abdome sem divisão definida. Podem haver particularidades, como no caso das aranhas, com a presença de fiandeiras que são utilizadas para a produção de seda e os escorpiões com a presença do aguilhão no último segmento do abdome.

Os aracnídeos são classificados em: araneídeos (aranhas), escorpionídeos (escorpiões) e acarinos (ácaros e carrapatos).
Em algumas espécies os pedipalpos são estruturas presentes que servem para capturar as presas e noutras ainda como órgão da reprodução. Nos solpugídeos os pedipalpos são semelhantes às patas, fazendo parecer que têm cinco pares. As larvas dos ácaros têm apenas 6 patas - o último par só se forma na fase de ninfa.

Os aracnídeos não possuem antenas nem mandíbulas. Apresentam quelíceras ao redor da boca como estruturas envolvidas na manipulação do alimento. Possuem também ao redor da boca um par de pedipalpos, estruturas que podem ter diversas funções. As aranha e os escorpiões são basicamente carnívoros. Muitos desses predadores possuem glândulas de veneno, que utilizam para paralisar sua presa.

Os aracnídeos respiram por filotraquéias, também denominadas pulmões foliáceos, as quais possuem lamelas que aumentam a superfície de troca gasosa no indivíduo. Nas aranhas, além das filotraquéias existem as traquéias  embora em algumas espécies menores a respiração seja cutânea.

Os aracnídeos são dióicos e reproduzem-se por fecundação interna, e produzem ovos, de onde saem indivíduos imaturos, mas semelhantes aos progenitores (sem metamorfoses). Os pedipalpos nas aranhas, podem ser modificados nos machos possuindo bulbos se enchem de esperma funcionando como órgão copulador. Em algumas espécies de aracnídeos, por exemplo os escorpiões, também é utilizado o espermatóforo, que são “pacotes de espermatozóides”, sendo que o macho deve atrair a fêmea até o espermatóforo para que ocorra a fecundação. Nos escorpiões, a abertura genital fica ao lado dos pentes, podendo ter relação com a reprodução (percebe também estímulos sexuais); Na hora da reprodução mantêm uma certa distância por causa dos ferimentos que podem ser causados pelo aguilhão (imune ao próprio veneno); O macho do escorpião produz um espermatóforo (cápsula) e conduz a fêmea para que ela possa se fecundar (reprodução indireta); Nas aranhas, depois de nascidos, os filhotes se depositam sobre a fêmea; Pode-se ter casos de teia comunitária para os filhotes. Existem espécies de aranhas que, depois do acasalamento, o macho tem que dar de "presente" um inseto a fêmea ou será morto por ela. Após ganhar o presente a aranha fêmea enrola o inseto nas teias e o macho foge.

Aqui no Brasil existem espécies de aracnídeos que requerem muito cuidado por adquirir uma toxina prejudicial a nossa saúde. É importante detectá-las e conhecer as espécies que requerem certo cuidado pelo menos aqui no Brasil. As mais conhecidas são:
Loxosceles sp (Aranha marrom), Latrodectus mactans (Viúva negra e Viúva marrom), Phoneutria negriventer (Aranha armadeira), Lycosidae erythrognata (aranhas de jardim) e por último uma das mais temidas pelo seu tamanho porém sua toxina não é tão nociva a saúde humana, apenas seus pêlos urticantes e suas quelíceras que causam muita dor devido a picada, sendo a Teraphosidae (Aranhas caranguejeiras).

Há duas espécies de escorpiões que requerem atenção devido a seus acidentes:

Tityus bahiensis (escorpião preto) e Tityus serrulatus (escorpião amarelo)

*Apesar da aranha marrom ser uma das mais perigosas devido a sua peçonha que se espalha depois de um tempo após sua picada, a aranha armadeira é responsável por maiores acidentes de animais peçonhentos devido sua alta agressividade.

Em breve estarei postando mais detalhes de cada espécie, seus habitats, estados, modos e etc.


"Publicado por: Paulo César"

Fonte: "http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/index.cfm?portal=pagina.visualizarTexto&codConteudo=5819&codModuloArea=783&chamada=acidentes-por-aranhas"

sábado, 30 de março de 2013

Como medir a idade de uma árvore?



Contagem de anéis

Quando o tronco de uma árvore é cortado, é fácil notar que existem círculos escuros. Cada círculo é chamado de anel de crescimento. Cada anel corresponde a um ano de vida.

Os anéis são contados de dentro para fora, a partir da medula. Nas árvores que vivem em regiões de clima temperado esses anéis são bem fáceis de contar. Já nas espécies de regiões tropicais, como é o caso do Brasil, os anéis são difíceis de definir.

Isso porque o clima influencia diretamente na formação desses anéis. As árvores crescem mais no período de chuvas e nas épocas mais quentes. Quanto melhores forem as condições climáticas, mais largos são os anéis de crescimento.


Mas um ano na idade das árvores não equivale a 12 meses. O ano para elas depende dessas condições climáticas. Assim, se o clima é favorável durante a maior parte do tempo, o ano será mais longo. Se for ruim, com baixas temperaturas e poucas chuvas o ano é menor.

Por isso, essas informações que ficam marcadas no tronco também são importantes para os cientistas descobrirem mais informações sobre o clima no passado. É possível saber em que ano choveu mais ou fez muito frio, por exemplo.

Curiosidade: O método científico que determina a idade de uma árvore com base nos anéis do tronco é chamado de Dendrocronologia. Essa técnica foi inventada e desenvolvida pelo pesquisador da Universidade do Arizona Andrew Ellicott Douglass em 1929.


Carbono 14

Essa medição é apenas uma das várias formas de datação histórica. O princípio de tudo é checar a proporção no objeto estudado do elemento químico carbono 14, forma instável do carbono, um dos principais componentes dos seres vivos. Por isso o método só serve para datar coisas orgânicas, como ossos, tecidos, madeira ou papel. O passo inicial é coletar uma amostra desses materiais

A amostra - que pode ter apenas alguns miligramas - é colocada num aparelho especial, o espectrômetro de massa, que é capaz de "contar" o percentual de átomos de carbono 14 presente nela. Os materiais orgânicos absorvem esse elemento químico ao longo da vida e param de fazê-lo quando morrem. A partir daí, o carbono 14 vai sumindo a uma taxa fixa.


Tendo o percentual do elemento químico na amostra e a taxa com que ele some ao longo do tempo, já dá para estimar a idade do objeto. Mas há um limite: como o carbono 14 desaparece relativamente rápido, só dá para usar o método para datações de até 60 mil anos atrás. Além disso, a data obtida ainda precisa passar por mais uma etapa, a "calibragem" dos dados.

A presença do carbono 14 na Terra mudou ao longo do tempo por causa de eventos naturais, como radiações cósmicas ou mudanças climáticas. Sabendo desses ciclos, os cientistas corrigem a data, levando em conta se era um período com maior ou menor presença do carbono 14 no planeta. Mesmo assim, a datação ainda tem margem de erro de mais de cem anos.

Há um novo método de datação que não necessita de cortar a árvore, porém é limitado a determinadas espécies.

Um novo método de datação de árvores até aos três mil anos foi desenvolvido por investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em parceria com a empresa Oliveiras Milenares. Trata-se de um modelo inovador que, ao contrário dos tradicionais, não põe em risco a sanidade das árvores.
 “É uma metodologia que permite estimar a idade de árvores idosas, particularmente para os casos em que estas já não têm todo o material lenhoso acumulado ao longo dos anos, as árvores ocas”, explica José Luís Lousada, coordenador do estudo e docente do departamento de Ciências Florestaisda UTAD.

A alternativa desenvolvida “permite datar as árvores através de um modelo matemático que relaciona a idade com as características dendrométricas do tronco (raio, diâmetro ou perímetro). Desta forma é possível proceder à sua datação por um processo extremamente rápido, não destrutivo e exequível mesmo em árvores ocas”, assinala o investigador. 


Assim sendo, ao contrário do que se fazia até o momento, este novo método não se baseia na identificação e contagem dos anéis de crescimento ou análise de radiocarbono da madeira formada nos primeiros anos de vida das árvores que obrigam ao seu abate e exigem que se conserve intacto todo o material lenhoso acumulado por elas ao longo da vida. 

Esta nova metodologia exige que se faça um “ajustamento do modelo de crescimento médio das árvores de determinada espécie com a idade”. Depois de realizado este estudo, é possível “datar qualquer outra árvore da mesma espécie e região, em função das suas características dendrométricas (Medição das dimensões das árvores)”. 

Modelo não pode ser extrapolado

Contudo, “o modelo desenvolvido é exclusivo de uma espécie florestal e da região em causa, não podendo ser extrapolado para outras espécies ou regiões com características edafo-climáticas (edafo = ‘solo’) diferentes”, frisou o docente da UTAD. Atualmente, este modelo “está aferido para as situações de Portugal, com forte influência mediterrânica”. 

Detalhe: o ano de crescimento de uma árvore não equivale a 12 meses, e sim ao período (variável) em que ela cresceu durante aquele ano. Por exemplo, há centenas de anos, em uma época de grandes chuvas, uma árvore que atualmente cresce durante 8 meses do ano poderia ter crescido por 11 meses. Os fatores que determinam isso dependem da espécie da árvore e do clima. Entre eles estão a temperatura, as chuvas e o CO2 (falta de).


Publicado por: Fabricio

sábado, 23 de março de 2013

Devastação de florestas do globo caiu 20% na última década, diz ONU

 
A ONU (Organização das Nações Unidas) marca, pela primeira vez, o Dia Internacional das Florestas nesta quinta-feira (21).  
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que a taxa de desmatamento caiu cerca de 20%, na última década, em todo o globo. 

Ele lembrou, ainda, que 3 milhões de pessoas ainda utilizam a madeira como fonte de combustível em todo o mundo, mostrando a importância da preservação das florestas.

As florestas cobrem um terço do planeta e servem de morada para 750 milhões de pessoas. Além disso, mais de 2 milhões de pessoas no planeta dependem das florestas para se sustentar, afirma a organização.

O Dia foi escolhido pela ONU para chamar a atenção para a preservação das matas, que concentram 75% da água doce da Terra. Além disso, as florestas ajudam a estabilizar encostas, evitar deslizamentos e proteger comunidades costeiras de tempestades e até tsunamis.

Tsunamis
Uma outra razão para comemorar o Dia Internacional das Florestas é ressaltar a importância de todos os tipos de ecossistemas para o desenvolvimento sustentável. O desmatamento e as mudanças no manejo da terra são responsáveis por 17% das emissões de dióxido de carbono geradas pelo ser humano.
O Secretário-Geral encerrou sua mensagem sobre a data pedindo aos governos e à sociedade civil que se comprometam em reduzir o desmatamento e a pobreza para promover formas de subsistência sustentáveis para quem vive nas florestas.


"Publicado por: Paulo César"

 

domingo, 17 de março de 2013

Aves primitivas tinham dois pares de asas, dizem paleontólogos


            Concepção artística da ave _Sapeornis_, que tinha patas com penas
As primeiras aves do mundo tinham algo em comum com alguns dos mais antigos aviões: em vez de um único par de asas, elas tinham dois.

Essa é a hipótese defendida por paleontólogos para explicar um conjunto de belos e bizarros fósseis achados no nordeste da China. Eles representam espécies de aves primitivas cujas patas parecem ter sido cobertas por uma plataforma de penas compridas.

É verdade que algumas raças de galinhas e certas espécies selvagens de hoje (como aves de rapina) também possuem penas nas patas.

Mas nenhum penoso atual tem membros posteriores semelhantes aos dos fósseis chineses. Para a equipe liderada por Xing Xu, da Universidade Linyi, a explicação mais plausível é que elas tenham funcionado como uma espécie de "asa de trás".

É consenso entre os paleontólogos que as aves são um subgrupo dos dinossauros pequenos e comedores de carne, como o M. gui. O bicho tinha penas de formato assimétrico (responsáveis pela propulsão durante o voo) grudadas nas patas de trás, o que levou os chineses a propor que os primeiros passos evolutivos rumo à capacidade de voar entre as aves teriam começado com dinos "4x4".

A ideia é que os dois pares de asas teriam ajudado os bichos a planar quando saltavam de árvores. Com o refinamento da arte de bater as asas, o segundo par teria sido aposentado.


É esse cenário que as penas compridas e rígidas sugerem. Elas foram encontradas em ao menos cinco espécies de aves com 120 milhões de anos. Para Xu, as asas seriam estabilizadores de voo.

A pesquisa foi publicada na "Science". Entrevistado pela revista, o paleontólogo americano Kevin Padian, da Universidade da Califórnia, elogiou o estudo, mas disse que não há evidências da relação entre as penas das patas e o voo. Elas poderiam até atrapalhar o movimento nos ares, declarou Padian.



Publicado por: Fabricio



Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1246550-aves-primitivas-tinham-dois-pares-de-asas-dizem-paleontologos.shtml

sábado, 16 de março de 2013

Última tartaruga de espécie gigante(Pinta) morre em Galápagos




Sem ter tido crias e na falta de um outro indivíduo conhecido de sua subespécie, Lonesome George ficou conhecido como a criatura mais rara do mundo.

Ao longo de décadas, ambientalistas tentaram, sem sucesso, fazer com que a tartaruga de Galápagos se reproduzisse com fêmeas das ilhas.

Autoridades do Parque Nacional da Ilha Pinta disseram que Lonesome George foi encontrado morto em sua cerca por Fausto Llerena, o homem que cuidava dele havia 40 anos.

Símbolo de Galápagos


Lonesome George foi identificado na Ilha de Pinta pela primeira vez em 1972, por um cientista húngaro. Na época, acreditava-se que sua subespécie já havia sido extinta.

A tartaruga, então, tornou-se parte de um programa de procriação no Parque Nacional de Galápagos. Depois de 15 anos em que ele viveu ao lado de uma tartaruga fêmea vinda de um vulcão próximo, Lonesome George acasalou, mas os ovos não eram férteis.

Ele também compartilhou seu espaço com tartarugas fêmeas da Ilha de Espanhola, mas, novamente, foi incapaz de procriar.

Com a morte de Lonesome George, sua subespécie deve ficar extinta

Lonesome George se tornou um símbolo das Ilhas Galápagos, que atraem 180 mil visitantes por ano.

Extinção


Autoridades do parque de Galápagos afirmam que, com a morte de Lonesome George, a subespécie de tartarugas Pinta se torna extinta.

O corpo da tartaruga provavelmente será embalsamado, para ser lembrado por gerações futuras.

As tartarugas eram abundantes nas Ilhas Galápagos até o final do século 19, quando começaram a ser caçadas por pescadores e marinheiros, atraídos pela carne do animal. Aí começou seu processo de extinção.

As diferenças na aparência das tartarugas das diferentes ilhas de Galápagos foram um dos elementos usados por Charles Darwin para formular sua Teoria da Evolução.

Cerca de 20 mil tartarugas gigantes de outras subespécies ainda vivem nas ilhas.

"Publicado por: Paulo César

"Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/06/120625_tartaruga_lonesome_pai.shtml"

domingo, 10 de março de 2013

Animais vivos em embalagem plástica

Pequenas bolsas contêm oxigênio e líquido com nutrientes.



Animais em pequenas bolsas de plástico, contendo oxigênio e um líquido com nutrientes, são vendidos como amuletos da sorte na China, como mostram as imagens da Reuters feitas em Pequim. O ar e o alimento são suficientes para manter os pequenos peixes, tartarugas e salamandras vivos por dois meses, segundo vendedor ouvido pela agência de notícias. O preço é 10 iuan, o equivalente a R$ 3,16.

Animais vivos em embalagens de plástico (Foto: Reuters/Kim Kyung Hoon)

 (Foto: Reuters/Kim Kyung Hoon)

Mulher exibe pequenas tartarugas dentro de sacos plásticos, à venda em uma loja de Pequim, na China. Cada saco contém oxigênio e líquido nutritivo capaz de manter o animal vivo por dois meses. As peças servem de 'amuleto' e saem por cerca de R$ 3,20 cada. (Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters)



Nota: Com tantas coisas que conheço sobre a capacidade do ser humano, agora passo não a duvidar de mais nada. Pode até se tratar de algo cultural, entretanto não é justificável a falta de escrúpulos que é exercida não só com esses animais, mas com qualquer outro. Devemos nos conscientizar de que a Biosfera não é unicamente nossa, não temos o controle total; todavia uma instituição ambiental deveria tomar poder sobre isso e agir rapidamente para que não houvesse mais danos aos animais. 


Publicado por: Fabricio

Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/03/animal-vivo-em-embalagem-plastica-e-vendido-na-china.html

sábado, 9 de março de 2013

Prevenções de acidentes com animais peçonhentos


 Os acidentes por animais peçonhentos não constituem doença transmissível, porém têm sido abordados juntamente com as zoonoses, uma vez que se trata de agravo, a exemplo da raiva, onde ocorre a agressão por um animal e o quadro clínico é consequente à ação de toxinas inoculadas pelas picadas.


As serpentes, escorpiões e aranhas são os principais agentes causadores de envenenamentos. Mais recentemente, acidentes com lagartas do gênero Lonomia e envenenamentos causados por enxames de abelhas têm merecido atenção devido à gravidade e à alta letalidade.

A interferência humana sobre o meio ambiente está muito provavelmente implicada no incremento dos casos de escorpionismo, araneísmo (particularmente aranhas do gênero Loxosceles). Por outro lado, em que pese o processo crescente de urbanização, não se verifica diminuição dos acidentes ofídicos, sugerindo uma possível aproximação e adaptação das serpentes às periferias das cidades, onde as precárias condições de saneamento básico propiciam a proliferação de roedores, que servem de alimento para esses animais.

É muito importante lembrar de pequenas prevenções e medidas caso alguma pessoa seja picada por um desses animais.


Prevenções de acidentes:

a) O uso de botas de cano alto ou perneira de couro, botinas e sapatos evita cerca de 80% dos acidentes em locais de campos ou muito gramado.

b) cerca de 15% das picadas atinge mãos ou antebraços. Usar luvas de aparas de couro para manipular folhas secas, montes de lixo, lenha, palhas, etc. Não colocar as mãos em buracos.

c) Cobras,escorpiões e aranhas gostam de se abrigar em locais quentes, escuros e úmidos. Cuidado ao mexer em pilhas de lenha, palhadas de feijão, milho ou cana. Cuidado ao revirar cupinzeiros.
 
d) Evitar acúmulo de lixo ou entulho, de pedras, tijolos, telhas, madeiras, bem como mato alto ao redor das casas, que atraem e abrigam pequenos animais que servem de alimentos às serpentes.


 Em caso de picadas:
  
a) Não fazer torniquete ou garrote.

b) Não cortar o local da picada.

c) Não perfurar ao redor do local da picada.

d) Não colocar folhas, pó de café ou outros contaminantes.

e) Não oferecer bebidas alcoólicas, querosene ou outros tóxicos.

f) Hidratar a pessoa com líquido até a chegada do hospital.

g) Se possível capture o animal em um recipiente podendo ser vivo ou morto com muito cuidado, pode ser importante na identificação do animal.


Publicado por: Paulo César
Fonte

"http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=33249"

"http://www.cobrasbrasileiras.com.br/primeiros-socorros.html"